PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO SETEMBRO

PROGRAMAÇÃO SETEMBRO
28.09 – Quatro a zero
Formado por Eduardo Lobo (guitarra, violão de 7 cordas, bandolim), Danilo Penteado (baixo elétrico, cavaquinho), Daniel Muller (piano acústico e elétrico, acordeon) e Lucas da Rosa (bateria, percussão), o grupo apresenta o espetáculo “Porta Aberta – Memórias do choro paulista”, título de seu segundo CD, que traz um panorama com composições de chorões do interior do Estado. 
 
Repertório: O Cabo Pitanga (Laércio de Freitas); Camundongas (Laércio de Freitas); Buliçoso (Sérgio Belluco); Bicho mau (Nabor Pires Camargo); Venenoso (Nabor Pires Camargo); Matando saudades (Nabor Pires Camargo); Choro de Clara (Nailor Proveta); A Criminosa (Hugo Bratfisch); Flamengo (Bonfiglio Oliveira); Amor não se compra (Bonfiglio Oliveira); Bafo de onça (Zequinha de Abreu); Tico-Tico no fubá (Zequinha de Abreu). 
21.09 – Quintal Brasileiro
Formado por integrantes de grandes orquestras, o grupo apresenta seu repertório de pesquisa e alia a espontaneidade e o prazer da música popular ao rigor técnico e virtuosismo da música erudita, buscando diluir as fronteiras entre elas. 
 
O quinteto é formado, desde 2002, por Luiz Amato (violino), professor da Unesp, Esdras Rodrigues (violino) e Emerson de Biaggi (viola) professores da Unicamp, Adriana Holtz (violoncelo) e Ney Vasconcelos (contrabaixo), integrantes da Osesp. 
 
Programa: Hino Nacional, Francisco Manuel da Silva, arranjo Luca Raeli (1795-1865); Música Noturna e Aurora – Passanoite – Idílio -Prelúdio e Choro, André Mehmari (1977-); Choro Negro, Paulinho da Viola (1942-), arranjo Nelson Ayres; Some Day My Prince Will Come, Larry Morey (nascido antes de 1930), arranjo Luiz Amato; Conspiração, Fábio Tagliaferri (1965-);Miguel de Carrinho Novo, Caito Marcondes (1954-); Baião para Cordas, Ney Vasconcelos (1964-); M153, Béla Bartók (1881-1945), arranjo Luiz Amato; Baden, Luiz Amato (1960-); Choro Patético, Edmundo Villani Cortes (1930-); Vibrações (1918-1969), Jacob do Bandolin, arranjo Mário Záccaro. 
14.09 – Grupo AUM
Unindo erudito e popular, com foco em compositores contemporâneos brasileiros, o Grupo AUM apresenta o espetáculo “Rapsódia brasileira” e faz uma retrospectiva de seus dez anos de carreira. 
 
Criado em 1997, o grupo instrumental leva o nome do símbolo universal da ioga e do hinduísmo, som do mais poderoso mantra, que ao ser entoado traz controle à mente e sensação de felicidade. 
 
Integrado por Arlete Tironi Gordilho (piano), Liliana Bertolini (flauta), Hélcio de Latorre (flauta e flautim), Gilson Barbosa (oboé e corne inglês), Clóvis Camargo (contrabaixo) e Felipe Veiga (percussão), o grupo traz novos arranjos para conhecidos temas populares, como Mulher Rendeira (Zé do Norte), Lampião de Gás (Zica Bergami) e Tristeza do Jeca (Angelino de Oliveira); além de obras inéditas compostas especialmente para o grupo, como Suite Amazonense, de Daniel Cornejo, e Baião e Rapsódia Brasileira (com temas infantis folclóricos), de Edmundo Villani-Côrtes. 
07.09 – Quarteto Quinta Essentia
Único quarteto de flautas doces profissionalmente atuante do país, o grupo apresenta uma seleção de obras originais e arranjos que percorrem as linguagens da música instrumental da Renascença, do Barroco e da música brasileira colonial e contemporânea. 
 
Integrado por Alfredo Zaine, Guilherme dos Anjos, Gustavo de Francisco e Renata Pereira, o grupo apresenta no espetáculo “La Marca” sua versatilidade em uma seleção de composições elaboradas especialmente para esta formação. Ganhador do prêmio do Júri Popular do 2º Concurso Nacional de Jovens Cameristas Petrobrás 2007, em Londrina, realiza pesquisas de repertório, interpretação, e busca divulgar o instrumento. 
 
Repertório: Sermone Blando à 4 (II), William Byrd (1543-1623); La Marca, Tarquinio Merula (1595-1665); Fantasia Cromática à 4, Diomedes Cato (1560/65–1618 c.a); Sonata V em Ré menor (1731) – Andante – Presto – Adagio – Allegro, J. B. de Boismortier (1689-1755); Variações sobre Mein junges Leben hat ein End, Jan Pieterszoon Sweelinck (1562-1621); Chaconne em Ré Menor, Henry Purcell (1659-1695); Concerto em Fá Maior, G. Philip Telemann (1681 – 1767); Immutemur Habitu, Pe. José Mauricio Nunes Garcia (1767-1830); Descascando Uva (2007), Cláudio Menandro; Sonho Novo (2007), Julio Bellodi, Um a Zero (1946), Pixinguinha (1897–1973) e Benedito Lacerda (1903-1958). 

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