PROGRAMAÇÃO

MCB RECOMENDA: FOXTROT NA MÚSICA BRASILEIRA POR RICARDO BALDACCI TRIO – DE LAMARTINE BABO À IVETE SANGALO

MCB RECOMENDA: FOXTROT NA MÚSICA BRASILEIRA POR RICARDO BALDACCI TRIO – DE LAMARTINE BABO À IVETE SANGALO
Veja a apresentação online a partir de 11 de agosto.

#MÚSICANOMCB

Conheça a programação musical recomendada pelo Museu da Casa Brasileira em agosto

O projeto “Foxtrot e a Música Brasileira” foi lançado por Ricardo Baldacci com apoio da Lei Emergencial de Apoio à Cultura (Edital Proac Expresso Lei Aldir Blanc 39.2020 – Produção e temporada de música com apresentações online) e já está em seu quarto episódio, que será lançado no dia 11 de agosto, às 21h30, pelo Facebook.

Nessa apresentação, o Ricardo Baldacci Trio executará o Foxtrot sobre diversas canções lançadas em português sob a influência do Swing Jazz Norte-Americano em uma seleção que abrange desde Lamartine Babo à Ivete Sangalo, passando por jingles e composições originais do Ricardo Baldacci, além de músicas que estiveram presente nas matinês de Iê-iê-iê e clássicos da Era do Rádio.

SERVIÇO

Lançamento do 4º episódio do projeto “Foxtrot na Música Brasileira”
Dia 11 de agosto, quarta-feira, às 21h30
Transmissão: Facebook de Ricardo Baldacci
Posteriormente, o vídeo também estará disponível pelo Youtube.
Mais informações: http://www.ricardobaldacci.com.br/ 

REPERTÓRIO

  • Neurastênico (Nazereno de Brito/Betinho) 

Lançada por Betinho e seu Conjunto em 1954, regravado por Os Cariocas no mesmo ano e Ronnie Ford nos anos 1960.

  • É Meu Destino Amar (Dorothy Fields/Jimmy McHugh/Osvaldo Santiago/Roberto Paiva) 

Versão de I’m in the mood for love. Foi lançada em 1935, e inserida por Frances Langford no filme “Every Night at Eight” lançado no mesmo ano. A partir de então seria regravada por diversos cantores e bandas. No Brasil, foi gravada inicialmente por Roberto Paiva em 1950, depois nos anos 1960, pelos cantores Sérgio Murillo e Marco Aurélio. Nos anos 1980, foi regravada por Jane e Erondy.

  • Três Palavrinhas (Harry Ruby/Bert Kalmar/Ary Barroso/Lamartine Babo) 

Foi lançada em 1930 nos EUA por Bing Crosby quando integrava “The Rhythm Boys”. No Brasil, ganhou duas versões ilustres, a primeira de Lamartine Babo (1931 – que foi apresentada no programa) e a segunda de Ary Barroso (1932).

  • Por que mentir (Ronaldo Lupo/Zelia Moreira) 

Gravado pelo ator Ronaldo Lupo em 1944.

  • Baldacci’s Blues (Ricardo Baldacci) 

Composição de Ricardo Baldacci de 2010. Uma frase de foi repetida 3 vezes e tornou-se um tema de jazz. Nas palavras de Bucky Pizzarelli ‘Ha! Great Stuff’.

  • Frankie Manning will smile on Us (Ricardo Baldacci)

Composição de Ricardo Baldacci, de 2013. Após uma viagem a um Festival de Dança na Argentina no estilo Lindy Hop, Baldacci compôs uma música em solidariedade a todos que já amargaram e tiveram seus convites para uma dança recusados. Aqui a música faz menção ao saudoso e maior ícone do Lindy Hop, Frankie Manning, dando a entender que dias melhores virão às vidas dos aspirantes a dançarinos pela benevolência de sua entidade.

  • É você (Henry/Hide/Haroldo Barbosa) 

Uma canção pouco conhecida do grande público, Little Girl foi icônica no repertório de Nat King Cole e é baseada na harmonia de After You’ve Gone. Cole introduziu o tema no repertório no final dos anos 1940. Em abril de 1956, já no estrelato, Cole sofreu um atentado racista num show na cidade de Birmingham no Alabama, quando estava, por coincidência, cantando esta música. No Brasil, ganhou o nome de É você e foi gravada pela prodigiosa Sonia Delfino em 1960 com um arranjo de Rock n’ Roll, ao estilo Iê-iê-iê no LP ‘Alô, Broto’.

  • Foi culpa da Lua (Will Hudson/Irving Mills/Eddie DeLange/Dudu Falcão) 

Moonglow é uma canção de 1933 que foi lançado pelo violinista italo-americano Joe Venutti. Tornou-se emblemática no repertório de Billie Holiday.

No Brasil ganhou várias versões incluindo uma de Ivete Sangalo em 2003 que fez parte da trilha sonora da novela Kubanacan.

  • Mappin (Arquimedes Messina/Theo de Barros) 

Mappin foi fundada como uma loja de departamentos fundada em São Paulo em 1913. Seu famoso jingle foi criado nos meados dos anos 1980. Aqui o motivo é adaptado para a harmonia de I got rhythm dos irmãos Gershwin.

FICHA TÉCNICA

Idealização e Direção geral: Ricardo Baldacci.

Concepção e Produção executiva: Jeanne de Castro.

Assistente de Produção: Francesca Ribeiro.

Interpretação: Ricardo Baldacci, Billy Magno e Danilo Vianna.

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Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 51 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

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