PROGRAMAÇÃO

(Re)conhecer o centro

Concepção e coordenação: Sociedade Amigos do MCB/ equipe do MCB
Curadoria: Glória Bayeux e Rosa Artigas

Em comemoração aos 450 anos de São Paulo, o MCB escolheu focalizar as ações voltadas à revalorização do centro histórico da cidade com o objetivo de mostrar as diversas instâncias públicas e privadas que atuam nesse sentido. Dessa forma forneceu instrumentos para que o público pudesse avaliar a dimensão dos problemas e a qualidade das soluções propostas. Entre outros, foram detalhados os projetos:

. Sala São Paulo, antiga Estação Júlio Prestes

. Estação da Luz, ainda em obra

. Antigo prédio do Deops

. Mercado Municipal

. Biblioteca Mário de Andrade

. Edifício dos Correios e Telégrafos

. SESC da Rua 24 de Maio, antiga loja Mesbla

As curadoras Glória Bayeux, arquiteta, e Rosa Artigas, historiadora, escolheram essas obras porque as consideram representativas da transformação do centro e de efeito irradiador na revitalização de áreas urbanas degradadas.

Os projetos foram mostrados através de fotos antigas, maquetes de alguns prédios, desenhos de autores como Ramos de Azevedo e Christiano Stockler das Neves, e de um ensaio fotográfico dos edifícios e entornos, feito pelo fotógrafo Lalo de Almeida. O objetivo era mostrar não o prédio isolado, mas inserido no tecido urbano.

Além desses sete projetos, a exposição (Re)Conhecer o Centro fez um breve histórico sobre a questão da revitalização dos centros, através de exemplos internacionais (Bolonha e Toronto), e nacionais (Salvador e São Luiz). O piso da sala central do Museu foi ocupado por uma foto aérea atual do centro e nas paredes foram mostrados dois momentos dessa região: 1930, quando estava em pleno apogeu e 1977, em processo de decadência.

Os módulos finais apresentaram um amplo levantamento tanto de outros projetos de requalificação em curso, que não têm tanta visibilidade, quanto os inúmeros prédios que estão carecendo de uma recuperação urgente. O título da mostra explorou a ambigüidade do reconhecer como “conhecer de novo” – pois fora do contexto as obras poderiam despertar um novo olhar do público –, da necessidade da valorização, reconhecimento, portanto, do centro como local fundador da cidade e da própria noção de cidadania.

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