PROGRAMAÇÃO

26º Prêmio Design MCB

O Museu da Casa Brasileira realiza no dia 22 de novembro a cerimônia pública de premiação do 26º Prêmio Design MCB, quando serão conhecidos os seus finalistas e premiados. Com recorde de inscritos, 867, o concurso de 2012 desafiou profissionais, estudantes, estúdios e empresas produtoras em oito categorias, incentivando o fortalecimento e a disseminação do design nacional.

O resultado final, que revela um panorama da produção contemporânea brasileira, fica em exposição no MCB até 13 de janeiro de 2013. A mostra 26º Prêmio Design traz os destaques das categorias mobiliário, utensílios, iluminação, têxteis, equipamentos eletroeletrônicos, equipamentos de construção, equipamentos de transporte e trabalhos escritos. A seleção, feita com base em critérios como originalidade, concepção formal, inovação tecnológica, adequação ao mercado, viabilidade industrial, segurança e proteção ambiental, foi realizada por um júri formado por 46 especialistas, coordenado por Freddy Van Camp, designer e professor da Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (ESDI/UERJ).

“O Prêmio Design MCB atingiu maturidade ao longo de mais de 25 anos de existência. O número de inscritos é surpreendente e está aumentando cada vez mais, o que demonstra a complexidade do concurso e a sua abrangência. É reflexo também de sua tradição e seriedade, que atrai candidatos interessados no reconhecimento gerado pela premiação”, afirma Freddy Van Camp.

As inscrições para o concurso tiveram aumento de mais de 100% nos últimos 5 anos, refletindo os esforços das diferentes gestões do MCB. “Para manter o prestígio alcançado entre seu público, seus pares e seus vários atores, o Prêmio Design MCB é fruto de constantes atualizações; costumamos dizer que é preciso mudá-lo continuamente para garantir que permaneça o mesmo, atual a cada edição”, revela Miriam Lerner, diretora geral do MCB.

Tendências – A edição de 2012 revelou alguns caminhos que ganham força no mercado nacional, como a adoção de padrões internacionais de acabamento, cuidados ambientais, além da incorporação de novas tecnologias aos produtos. “A avaliação dos trabalhos inscritos revela um amadurecimento de nossa indústria, com uma maior utilização, por exemplo, de madeira certificada ou de reflorestamento nos itens de mobiliário. Novas tecnologias, como o emprego do corte a laser ou de lâmpadas de LED, demonstram que a indústria está se sintonizando com uma tendência mundial de produtos, não só energeticamente corretos, mas que remetem, ao mesmo tempo, às práticas sustentáveis na produção”, revela Freddy Van Camp.
 
“Pouco se sabia sobre design quando foi criado o Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, em 1986. A intenção de seus promotores originais foi a de incentivar a compreensão, pela cadeia produtiva, das possibilidades do design como diferencial de qualidade nos produtos”, explica Miriam Lerner. “A premiação foi um sucesso desde a sua primeira edição, e a promoção do design tornou-se ‘causa’ do Museu a partir de então.”

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